KEEP CALM AND CHECK IT OUT

Publicado em #ThumbsUp, Metalinguagem, Vê se não é, \O/ | Marcado com , | Deixe um comentário

MONDRIAN PONG

Publicado em FullBeauty | Marcado com | Deixe um comentário

EL EMPLEO

Publicado em Sem categoria | Marcado com , , | Deixe um comentário

FRANZ FERDINAND NA IRLANDA

Após um longo hiato (sempre quis usar essa frase), o Franz Ferdinand volta com tudo aos palcos e ao maravilhoso mundo das músicas novas.

Nessa sábado, dia 19, eles foram até Limerick, na Irlanda, para mostrar algumas músicas novas, que provavelmente farão parte do novo álbum da banda, ainda sem nome (o álbum, não a banda).

Foram três músicas novas, olha ali em abaixo. Ao mesmo tempo que nomearam uma de “Sunday morning”, nome meio emo, mandaram logo um “WTICSFIFL? MIDNIGHT!” pra outra, que deve ter muito significado pra eles. Eu aposto que é uma sigla. E seja lá o que for, pode ser visto(a) lá pela meia noite.

Além das músicas novas e das já conhecidas, eles também homenagearam Donna Summer, que morreu na quinta-feira, com um “I feel love” no meio de “Can´t stop feeling”.

WTICSFIFL? MIDNIGHT!

Trees & Animals

Sunday Morning

I Feel Love (Dona Summer Cover)

Lembrando que domingo que vem, o Franz Ferdinand estará no Festival da Cultura Inglesa, em São Paulo. Qual será a set list?

Set list do show na Irlanda

Publicado em #ThumbsUp, Extra! Extra!, Tum tum tá! | Marcado com , , , , , , , | Deixe um comentário

JACK WHITE NO DOMINGO

Um dos maiores nomes do rock de nossa geração lançou seu álbum solo, Blunderbuss. Pra variar, ótimas músicas, à altura de White Stripes, Raconteurs e Dead Weather.

Abrindo o cd, tem essa aqui:

Chupa essa manga.

Publicado em Tum tum tá! | Marcado com , , | Deixe um comentário

OBAMA APOIA CASAMENTO GAY

Hoje, em entrevista para a abc NEWS, o presidente Obama disse que “acha que casais gays deveriam poder se casar”, além de discorrer sobre o porquê de sua posição.

Um grande passo para a comunidade LGBT e um claro direcionamento para a sua campanha presidencial, obviamente deixando os conservadores para os republicanos e se concentrando nos liberais. Mesmo que não dê certo, é uma iniciativa louvável.

Mais info: http://goo.gl/tHKnR Como os portais de notícia trataram o assunto.

Publicado em #ThumbsUp, Extra! Extra! | Marcado com , , | Deixe um comentário

O EXEMPLO DA ISLÂNDIA

Através de um recurso interessante do Google Plus, o  “Hot on Google+”, li o texto de um nerd qualquer falando sobre a Islândia. O texto está abaixo da foto, já traduzido, e apesar de eu discordar de algumas coisas que ele fala, no geral é bem interessante. Lê lá primeiro.

Ok, quem vai querer saber de um país distante e gelado com pouco mais de 300 mil habitantes? A não ser que um vulcão entre em erupção, o cotidiano dos islandeses não deve ser lá muito excitante. Mas mesmo que uma pequena revolução como a que aconteceu lá não possa ser comparada com o que acontece no Egito, a imprensa poderia sim dar mais importância à revolta islandesa.

Algumas pessoas comentaram no Google Plus que não se pode comparar a Islândia com o gigantesco Estados Unidos, com seus milhões de habitantes. Talvez não, talvez o que aconteceu lá seja virtualmente impossível que aconteça nos EUA, Brasil, China ou Inglaterra. Mas 300 mil pessoas viram seus governantes e magnatas foderem tudo e não ficarem quietos. Será que não serve nem de exemplo? Será que não poderia ser replicada então em escala menor do que um país? Por que nunca houve nada parecido em nenhuma cidade brasileira? Quantas cidades têm menos de 300 mil habitantes e não fazem nada ante a corrupção e descaso dos que detêm o poder? Tem que mexer no bolso para que isso ocorra?

Eu não sei você, mas eu acho que, o que os islandeses fizeram, poucos fariam. É um grande exemplo a ser seguido. E, vejam só, em nenhum momento foi falado nada sobre redes sociais ou internet. Com certeza passeatas foram organizadas pelo Facebook, o Twitter bombou com os escândalos, mas a mudança real veio no mundo offline. Então pense se você está fazendo algo de útil para a nossa sociedade, algo real. Dar like em mensagem bonitinha, tuitar que está tudo um caos e compartilhar alguma notícia de corrupção não adianta nada, porque quem receber essas mensagens se contentará em dar like, retuitar e compartilhar, exatamente como você fez, só para mostrar o quão por dentro e engajado é. Enquanto alguém não levantar dá cadeira e exigir integridade e respeito, sem caps lock nem fotinha do Willy Wonka, nada vai acontecer.

Deal with it


“#ocuppy

ISLÂNDIA. Sem notícias da Islândia?… porquê? Como pode ouvirmos tudo que acontece no Egito, mas nada que acontece na Islândia?

Na Islândia, o povo fez o governo renunciar, os bancos foram nacionalizados, foi decidido, devido a uma política financeira ruim, que a dívida que eles fizeram com Reino Unido e Holanda não fosse paga e uma assembleia pública foi criada para reescrever a constituição.

E tudo isso de modo pacífico. Uma total revolução contra os poderes que criaram a crise global atual. Isso é o motivo de não ter havido nenhuma publicidade durante os últimos dois anos: O que aconteceria se o resto dos cidadãos europeus seguisse o exemplo? O que aconteceria se o resto dos cidadãos americanos seguisse o exemplo?

Aqui está um resumo dos fatos:

2008. O principal banco do país é nacionalizado.
O Krona, a moeda da Islândia, se desvaloriza e o mercado de ações para. A nação está quebrada.

2008. Os cidadãos protestam em frente ao parlamento e conseguem novas eleições, que acarretam a renuncia do primeiro ministro e de todo o governo.
O país está em uma situação econômica ruim.
Uma lei propõe o pagamento de uma dívida com Grã-Bretanha e Holanda, com o pagamento de 3,5 bilhões de euros, paga pelos islandeses durante os 15 anos seguintes, a uma taxa fixa de 5,5%.

2010. As pessoas saem às ruas e pedem um referendo. Em janeiro de 2010 o presidente paralisa a aprovação da lei e anuncia o referendo. Em março o referendo e o “não” para o pagamento da dívida têm aprovação de 93%.
Enquanto isso, o governo começa uma investigação para trazer à justiça os responsáveis pela crise. Altos executivos e bancários são presos. A Interpol ordena que todos os partidos políticos envolvidos deixem o país.

No meio da crise, uma assembleia é eleita para reescrever uma nova Constituição que possa incluir as lições aprendidas com o ocorrido e que substitua a antiga (uma cópia da Constituição dinamarquesa).

Dos 522 candidatos, 25 cidadãos sem afiliação políticas são escolhidos. Para se candidatar, foi preciso apenas ser adulto e ter o apoio de pelo menos 30 pessoas. A assembleia constituinte começa em fevereiro de 2011 para apresentar a carta magna das diferentes assembleias que aconteceram pelo país. Ela precisa ser aprovada pelo parlamento atual e pela constituinte no decorrer das próximas eleições legislativas.

Então o resumo da revolução islandesa:
-Renuncia de todo o governo
-Nacionalização do banco
-Referendo para as pessoas decidirem sobre a economia
-Prisão dos partidos políticos envolvidos com a crise
-Reescrita da constituição pelo povo

Fomos informados disso pela mídia?
Existe algum programa de rádio ou TV falando sobre isso?
Não! Os islandeses mostraram que há uma forma de derrotar o sistema e deram uma importante lição de democracia para o mundo.”

Jonathan Black, através do Google Plus, dia 08 de maio de 2012.

Autor desconhecido

Publicado em Extra! Extra!, Tradução, Vê se não é | Marcado com , , , | Deixe um comentário

JORNALISMO SUPERINTERESSANTE

A revista Superinteressante é conhecida por inovar. Já provocou muitas polêmicas com suas reportagens, já venceu vários prêmios com seus infográficos e já usou muitas novidades multimídias em seu site.

Mais uma vez a galera se superou. Lançaram esses dias um infográfico interativo que mostra a história da imigração no Brasil. Alguém pode dizer que não é nada demais. Um assunto que está em pauta e alguns dados jogados em um mapinha. Bem, não deixa de ser. Porém duas coisas fizeram a diferença.

A primeira é o cuidado visual. O infográfico ficou bonito e organizado. Não diga que isso é simples, a não ser que você possa fazer muito melhor que isso.  A segunda é a abordagem do assunto. Apesar de todos estarem falando sobre a mudança na rota de migrações no Brasil, a equipe da Super acertou em cheio ao dar atenção ao fator histórico, deixando claro o motivo dessa nova onda de imigração e que não é um fato isolado em nossa história.

Para acessar o infográfico e descobrir que o que não falta aqui é português e que a impressão de que em toda esquina tem um boliviano com sua flauta andina não é mero acaso, clique na imagem abaixo.

Publicado em #ThumbsUp, FullBeauty | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário

REAL PHOTOS

Porque nem todo mundo é fotógrafo só por ter uma câmera e alguns filtros do Instagram.

Publicado em Fotos, FullBeauty | Marcado com , | Deixe um comentário

DE MARK ZUCKERBERG PARA O MUNDO

Mark Zuckerberg publicou em seu mural do Facebook a notícia que comprou a marca e a companhia Instagram. A transação custou US$ 1 bi. Veja o anuncio de Mark traduzido:

“Estou excitado em compartilhar a notícia de que nós decidimos adquirir o Instagram e que seu talentoso time irá se juntar ao Facebook.

Por anos focamos em construir a melhor experiência em compartilhar fotos com seus amigos e sua família. Agora, poderemos trabalhar ainda mais perto com a equipe do Instagram para oferecer a melhor experiência em compartilhar belas fotos de celular baseadas nos seus interesses.

Acreditamos que essas são experiências diferentes que se complementam. Para fazer isso bem, precisamos ser sábios sobre manter a estrutura e as boas qualidades do Instagram ao invés de somente tentar integrar tudo ao Facebook.

Essa é a razão pela qual estamos comprometidos em construir e fazer o Instagram crescer independentemente. Milhões de pessoas em todo mundo adoram o aplicativo Instagram e a marca, e nosso objetivo é ajudar a espalhar o aplicativo e a marca para mais pessoas.

Nós achamos que o fato do Instagram ser conectado a outros serviços além do Facebook é uma parte importante da experiência. Nós planejamos manter características como a capacidade de postagem em outras redes sociais, de não compartilhar suas fotos do Instagram no Facebook se você não quiser e de ter seguidores e seguir independentemente de seus amigos do Facebook.

Essas e outras características são partes importantes da experiência do Instagram e nós entendemos isso. Nós tentaremos aprender da experiência do Instagram para construir características semelhantes em outros produtos. Ao mesmo tempo, nós tentaremos ajudar o Instagram a continuar a crescer usando a forte equipe de engenharia e de infraestrutura do Facebook.

Esse é um passo importante para o Facebook pelo fato de ser a primeira vez que adquirimos uma companhia e um produto e com tantos usuários. Não planejamos fazer muito mais do que isso. Prover a melhor experiência em compartilhar fotos é uma das razões de tantas pessoas amarem o Facebook e sabíamos que seria proveitoso juntar essas duas companhias.

Estamos ansiosos em trabalhar com o time do Instagram e com todas as novas experiências que podemos ter juntos.”

Publicado em Extra! Extra!, Tradução | Marcado com , , | Deixe um comentário

ESCRAVIDÃO MODERNA E JORNALISMO

Tradução do texto “Como as reportagens da CNN sobre escravidão moderna se encaixam nos esforços para aumentar a cobertura internacional“, de Mallary Jean Tenore, para o Poynter, em 27 de março de 2012.

Antes de ir cobrir a escravidão na Mauritânia, John Sutter, da CNN, pensou que conseguiria se distanciar emocionalmente da estória. Porém, após ouvir os relatos de escravos libertos e donos de escravos, ele não pôde deixar de se emocionar.

“Normalmente é fácil se colocar no seu lugar de repórter, pelo menos enquanto se está tendo uma conversa, e se distanciar do conteúdo da entrevista”, Sutter disse por email. “Isso não foi possível com a maioria das entrevistas, tanto porque fiquei surpreso com o que as pessoas falavam, quanto porque algumas estórias eram muito horrendas e traumatizantes”.

A escrava liberta Moulkheir Mint Yarba, fotografada por Edythe McNamee.

Sutter e a fotografa Edythe McNamee passaram quase um ano na Mauritânia, um país do oeste africano em que 10 a 20 por cento da população ainda é escrava. A escravidão foi abolida apenas em 1981 e se tornou um crime em 2007. (Em uma entrevista por email, Sutter descreve desafios e recompensas ao cobrir essa estória).

O projeto em que estão envolvidos “Último Refúgio da Escravidão” (Slavery´s Last Stronghold) mostra como a CNN está tentando reforçar sua cobertura internacional e dar às pessoas um motivo para se importarem com a situação.

Escravidão é uma parte importante da cobertura internacional

“Último Refúgio da Escravidão” é parte do “Projeto pela Liberdade” (Freedom Project) da CNN, iniciado em março de 2011. Desde então, a emissora colocou no ar 250 reportagens sobre a escravidão moderna presente em 5 continentes.

“Nós decidimos que queríamos fazer a escravidão moderna uma especialidade para nós”, declarou Meredith Artley, vice-presidente e editora da CNN Digital. “Jornalismo de furo (o enterprise journalism) não é algo que associaríamos com a CNN há 15 anos, mas é o tipo de coisa que pretendemos fazer cada vez mais. Se não fizermos isso, quem o fará?”.

A CNN não é a primeira empresa jornalística a cobrir a escravidão na Mauritânia, mas produziu um dos maiores projetos sobre o assunto. “Último Refúgio da Escravidão” chega em um momento em que a maior parte das empresas jornalísticas têm cortado os recursos para a cobertura internacional e fechado seus escritórios no estrangeiro.

É difícil comparar os esforços internacionais da CNN com os de outras empresas, primeiramente porque ela tem um alcance imenso. A CNN Internacional é transmitida para todo o mundo e o site CNN.com tem por volta de 2,3 bi de visualizações em 2011. A porta-voz da CNN, Jenna DiMaria, não deixa claro quantos dessas visualizações são de fora do Estados Unidos, mas afirma que “uma grande parte de nosso tráfego vem dos EUA”.

A CNN também tem equipe para fazer uma cobertura internacional, apesar das dispensas no ano passado. (DiMaria disse que as dispensas mais recentes, da equipe de documentário da CNN, não interverão na cobertura internacional). Muitos empregados contribuem para a cobertura internacional da CNN.com, incluindo aqueles que normalmente não cobrem assuntos internacionais.

Jornalistas da CNN que cobrem estórias em zonas de perigo têm que passar por um treinamento em zonas de perigo, que é administrado por uma organização chamada AKE.

Sutter, que fez o treinamento com McNamee, confessa que apesar de ser especialista em cobertura internacional com foco na África, tem pouca experiência em reportagens internacionais. Ele cobre normalmente tecnologia e meio-ambiente. Ter a oportunidade de fazer algo fora de sua especialidade, diz ele, fortalece suas habilidades jornalísticas.

“Eu era pouco experiente no assunto quando comecei a pesquisar sobre ele há um ano, mas acho que essa inexperiência pode ser algo bom de algum modo”, diz Sutter. “Se você é novo em algo, você pode ver tudo com um novo olhar”.

Ele fez bastante apuração e teve muitas conversas com seu editor antes de partir para Mauritânia, onde a comunicação era difícil. Quando voltou, teve que arrumar tempo para escrever a estória enquanto cobria outras notícias locais.

“Algumas vezes eu alterno entre assuntos pesados e leves, enquanto estava escrevendo a matéria sobre a Mauritânia, por exemplo, voei para São Francisco a fim de cobrir o lançamento do novo iPad”, diz ele.

Evitando o “ambos os lados”

Parte do que faz “Último Refúgio da Escravidão” tão bom é que as fotos e os textos trambalham bem juntos, além da escrita ser forte.

Sutter inicia a reportagem com uma história pesada sobre Moulkheir Mint Yarba, uma escrava liberta cujo dono deixou seu bebê para morrer. Depois ele diz como o dono a estuprou. “Moulkheir não tinha opção a não ser aceitar essa tortura”, Sutter escreveu, “Ela se convenceu que seu dono sabia o que era melhor para ela – esse era o jeito que as coisas sempre foram, e poderiam ser para sempre assim”.

O texto de Sutter faz o leitor simpatizar com os ex-escravos que ele entrevista.

“Esse é um jornalismo que advoga por vários motivos. Nós não precisamos ser este observador inerte, desconectado, sem emoções – isso é escravidão moderna, pelo amor de deus!”, Artley prega. “Não é algo sobre o qual você precisa ser objetivo”.

A CCN não aborda todas suas coberturas desse modo. O professor da Universidade de Nova York Jay Rosen, por exemplo, recentemente ressaltou que para a campanha de 2012, a emissora utilizou um slogan para mostrar sua posição para o “ambos os lados”: “O único lado que escolhemos é o seu”.

O editor sênior da CNN Digital, Jan Winburn, que editou a reportagem de Sutter, o encorajou a colocar sua voz na estória. No decorrer do texto, ele usa “nós” enquanto descreve os desafios e dificuldades que ele e McNamee enfrentaram.

“Queríamos levar os leitores à viagem que fizemos. Nós já tivemos muita dificuldade em entrar na Mauritânia, imagine nossos leitores então, nunca poderão estar lá”, disse Winburn, que ressaltou que o projeto apresenta vídeos, fotografia, texto e outras ferramentas interativas. “Tudo isso conecta as pessoas a uma estória que está tão longe delas, tão longínqua, tão difícil de compreender. A questão é trazer isso pra perto de nós”.

Aumentando o interesse na cobertura internacional

Desde que foi publicado no domingo, “Último Refúgio da Escravidão” gerou mais de 2 milhões de visualizações e figurou entre as reportagens mais populares da CNN.com.

Reportagens internacionais frequentemente estão entre o conteúdo com maior popularidade da CCN.com, em parte porque a CNN cobre muitas notícias internacionais, em parte porque as pessoas estão verdadeiramente interessadas nesse assunto, Artley conclui.

“Nós investimos na cobertura internacional e fazemos isso porque acreditamos que as pessoas se importam com esse tipo de cobertura”, ela disse por telefone. “Mas eu não acho que, como jornalistas, sempre conseguimos conectá-las com as estórias tão bem quanto poderíamos”.

O “Projeto Pela Excelência em Jornalismo” descobriu que a cobertura internacional cresceu em 2011. Porém, um aumento na cobertura não significa necessariamente aumento no interesse. Atualmente, alguns vêm questionando a popularidade das notícias internacionais, dizendo que só têm apelo para uma pequena elite.

O jornalista do New York Times, Nicholas Kristof, me disse que após anos trabalhando com notícias internacionais, não sabe se as pessoas estão interessadas em assuntos como escravidão moderna.

“Em geral, somos melhores em cobrir o que acontece em um dia em particular. Somos fracos em cobrir o que acontece sempre, todo dia, porque nunca é algo preciso – e esse é o universo da saúde pública, pobreza, e sim, formas modernas de escravidão”, declara Kristof, que elogiou o projeto da CNN.

“Só não sei o quão interessada está a audiência. Eu realmente acho que os americanos estão mais preocupados com assuntos internos do que com estórias de fora sobre Iraque ou tráfico sexual na Índia. Mas estórias sobre tráfico humano têm grande apelo e não são difíceis de encontrar”.

Sutter tentou atrair o interesse para sua reportagem incluindo temas universais que ele pode relacionar: maternidade, independência e o desejo de ter uma voz e ser ouvido.

“O que acontece na África importa porque está acontecendo com pessoas que dividem o mesmo planeta conosco”, Sutter diz. “Alguém me disse uma vez que, quando você viaja pela primeira vez para outro país bem diferente do seu, você nota todas as diferenças; mas se você fica por um tempo, você começa a notar apenas as similaridades. Eu gosto disso, e é a pura verdade. Nossas dificuldades são entrelaçadas e acho que tomamos decisões mais inteligentes como seres humanos e como nação se entendermos melhor essas conexões”.

Clique na imagem para ler a reportagem original “Último Refúgio da Escravidão” (em inglês).

Publicado em Tradução | Marcado com , , , , , , , | 1 Comentário

PLAYING FOR CHANGE

E o trailer do segundo CD/DVD, para quem quiser comprar, curtir e ajudar.

Eis o site dos caras: http://playingforchange.com/

Publicado em #ThumbsUp, FullBeauty, Tum tum tá! | Marcado com , , , | Deixe um comentário

MILANO

Milão é uma cidade linda, a primeira que conheci na Itália. Arquitetura, moda e gastronomia, tudo que uma cidade grande costuma ter, Milão tem de sobra.

Este slideshow necessita de JavaScript.

14 a 16 dezembro de 2011.

Publicado em #ThumbsUp, Fotos, FullBeauty | Marcado com , , , , , | 1 Comentário

ESQUIANDO NO BAIRRO

Pegue o buzão e comece tudo de novo.

Dica da RedBull. Música: Dance Yrself Clean (LCD Soundsystem).

Publicado em #ThumbsUp, FullBeauty, Tum tum tá! | Marcado com , , , , | Deixe um comentário

O FACEBOOK NÃO EXCLUI

Estudante de direito consegue provar que o Facebook tem todas as nossas informações, mesmo aquelas que já excluímos.

Cadê seu deus agora?

Publicado em Extra! Extra!, Vê se não é | Marcado com , , , | Deixe um comentário

O EXEMPLO DA APPLE STORE

O que eu aprendi construindo a Apple Store

Por Ron Johnson, CEO da J.C. Penny e ex-vice-presidente sênior de varejo da Apple.

Apple Store, Lincoln Park (Apple.com)

Quando anunciei este mês que estava saindo da Apple para ser o CEO da J.C. Penney, a imprensa especializada em negócios (e muitas outras) começaram a especular se eu poderia replicar o sucesso da Apple Store em um mercado tão diferente. Um dos comentários mais comuns que ouvi foi que a Apple Store teve sucesso porque tinha os produtos Apple e os consumidores mais devotos que uma marca pode ter. Bem, sim, produtos Apple levam pessoas às lojas. Porém, você não precisa ter iPads para criar um ambiente de vendas irresistível. Você tem que criar uma loja que aos olhos das pessoas, seja mais do que uma loja.

Pense nisso: Toda loja tem que fornecer produtos que as pessoas querem comprar. Isso é fato. Mas se os produtos da Apple fossem a única razão do sucesso da loja, como você explica o fato das pessoas entupirem as lojas para comprarem produtos da Apple por um preço maior do que os do Wal-Mart, Best-Buy e Target, que oferecem vários descontos, além da Amazon, que, além dos descontos, ainda não cobra taxa!

Pessoas vão à Apple Store pela experiência – e elas não ligam de pagar mais por isso. Existem muitos fatores para essa ‘experiência’, mas o mais importante seja talvez – e isso é algo que pode ser aplicado em qualquer área de vendas – é que a equipe não está interessada em vender coisas, mas sim em estabelecer relações e tentar tornar a vida das pessoas melhor. Isso pode parecer piegas, mas é verdade. Os funcionários são excepcionalmente bem treinados, e não recebem comissão, então não faz diferença para eles se vão vender para você um computador caro ou consertar o seu velho, fazendo você se sentir feliz com isso. O trabalho deles é descobrir o que você precisa e ajudá-lo a conseguir isso, mesmo que isso não signifique sair com um produto Apple debaixo do braço. Compare isso com outros lugares em que a ênfase é o cross-selling* (fazer com que o consumidor compre produtos relacionados ao principal) e o upselling** (fazer com que o consumidor compre algo mais caro ou adicione mais itens à compra) e, basicamente, fazer com que comprem mais, mesmo que não queiram ou precisem disso. Isso não acrescenta em nada em suas vidas e não aprofunda o relacionamento do vendedor com eles. Isso só faz suas carteiras ficarem mais leves.

Então o desafio para as empresas não é “como imitamos a Apple Store?” ou qualquer outro bom modelo. Esse é um desafio bem diferente, conceitualmente parecido com o que Steve Jobs enfrentou com o iPhone. Ele não perguntou, “Como construiremos um telefone que fique com dois por cento do mercado?”, mas sim, “Como reinventamos o telefone?”.  Do mesmo modo, as empresas não devem perguntar, “Como criamos uma loja que nos renda $15 milhões por ano?”, mas sim, “Como reinventaremos a loja para que possamos enriquecer as vidas de nossos clientes?”.

Obviamente isso não é fácil. As pessoas esquecem que a Apple encontrou obstáculos pelo caminho. Durante o primeiro ano, ninguém foi ao Genius Bar. Nós chegamos ao ponto de ter água mineral Evian na geladeira na esperança de fazer com que os clientes sentassem para beber e passassem algum tempo no Bar. Mesmo sem muito sucesso no começo, insistimos com a idéia, pois sabíamos que o contato cara-a-cara era a melhor maneira de ajudar os consumidores. Três anos após o lançamento do Genius Bar, ele se tornou tão popular, que tivemos que criar um sistema de reservas.

Não existe apenas uma solução. Cada loja deve achar sua própria fórmula. Mas posso dizer sem medo que as empresas que fazem o futuro são aquelas que começam a pensar do zero e descobrem como criar novos valores fundamentais para os consumidores.

Genius Bar, Lincoln Park Apple Store (Apple.com)

*Fazer com que o consumidor compre produtos relacionados ao principal
**Fazer com que o consumidor compre algo mais caro ou adicione mais itens à compra
***Suporte técnico localizado nas Apple Stores, tido por Ron Johnson como “coração e alma de nossas lojas”

Texto traduzido livremente do site da Harvard Business Review

Indicado por @tdoria

Publicado em Tradução, Vê se não é | Marcado com , , , , , , , | Deixe um comentário

HEY MACARENA!

O que combina mais com um domingo à noite do que Macarena? Muita coisa, mas nunca é demais bailar la Macarena.

Pra você que entende a letra assim: ncodnckndckaxnkjsn Macarena, nsjdkndkjcnskjcndkw Buena njasknjkdsanjk Hey, Macarena; olha aí embaixo o que eles falam. Gasta seu espanhol nessa muchacho.

Dale a tu cuerpo alegria Macarena
Que tu cuerpo es pa’ darle alegria y cosa buena
Dale a tu cuerpo alegria, Macarena
Hey Macarena

Macarena tiene un novio que se llama
Que se llama de apellido Vitorino,
Que en la jura de bandera el muchacho

Se metio con dos amigos
Macarena tiene un novio que se llama
Que se llama de apellido Vitorino,
Y en la jura de bandera el muchacho
Se metio con dos amigos
(rpt 1)

Macarena sueqa con El Corte Ingles
Que se compra los modelos mas modernos
Le gustaria vivir en Nueva York
Y ligar un novio nuevo
Macarena sueqa con El Corte Ingles
Que se compra los modelos mas modernos
Le gustaria vivir en Nueva York
Y ligar un novio nuevo

Publicado em Tum tum tá! | Marcado com , | Deixe um comentário

ALEX TURNER – RECKLESS SERENEDE (LIVE)

Publicado em Tum tum tá! | Marcado com , , | 1 Comentário

Arctic Monkeys – Brick by Brick

Pra ouvir no sábado à tarde.

Publicado em Tum tum tá! | Marcado com , , , | Deixe um comentário

CADÊ SEU DEUS AGORA?

Publicado em Vê se não é, \O/ | Marcado com , , | Deixe um comentário